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Fausto Rossano: la psichiatria come libertà

Pubblicato su laRepubblica Napoli il 19/06/2021 | Sono anni formidabili quelli raccontati in La Forma della Psichiatria (Vivarium editore), libro a più voci da poco in libreria. Gli anni dell’ultima stagione riformatrice dell’assistenza psichiatrica in Italia, prima che lo slancio vitale si estinguesse e gli psichiatri tornassero ad esser medici tra i medici.

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Tornare alla Psicopatologia

Sostengono taluni che nel suo fantasmagorico viaggio verso l’iperstoria, l’uomo realizzerà il suo antico sogno di immortalità; che con l’aiuto della genetica, della robotica, dell’intelligenza artificiale, dell’ingegneria genetica, trasformerà il proprio corpo in una simbiotica creatura, a metà strada tra macchina e uomo, che lo eleverà al rango di homo Deus.

Viaggio al di qua della coscienza

Di solito non riflettiamo su come gli oggetti si presentano alla nostra coscienza. Né su come gli atti di coscienza si danno alla nostra riflessione. Eppure è proprio questa relazione a farci familiarizzare con le cose, a farci sintonizzare con gli altri, a tracciare una linea di continuità tra presente e passato. È un’esperienza primaria su cui la riflessione può influire solo minimamente.

O tempo sensível ao coração

Ao se despedir de uma efervescente vida mundana, Marcel foi levado por sua consciência em direção a si mesmo, em direção a um arquipélago de memórias que fizeram de seu espírito um extraordinário teatro de experimentação. A temporalidade foi a bússola para uma grande viagem na memória. Foi extremamente hábil em formar e plasmar, mas isso não tem a menor importância. Ele derreteu memória e forma…

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O corpo doente

Ainda hoje, a doença do corpo (e, portanto, da existência doente) é a emergência que desfia e extenua o jogo de resultado zero das compreensões, das interpretações, das explicações. A corporeidade doente – a condição do Eu e do mundo que se eclipsam no sintoma do corpo doente, enquanto o sujeito se retrai (dissimulando a si mesmo) numa concretude que apaga toda dimensão metafórica do discurso…

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O espelho e o desconhecido

Numa nota à margem do famoso ensaio de 1919, Sigmund Freud escreveu: […] Estava sentado, só, no compartimento do vagão-leito, quando, por um tranco mais violento do trem, a porta que dava para o banheiro contíguo se abriu e um senhor idoso, de pijama e um gorro de viagem na cabeça, entrou na minha cabine. Supus que ele tivesse errado a direção ao sair do banheiro,…

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O corpo que sou

É difícil falar do corpo numa época repleta de fascinações tecnocientíficas tão poderosas. Nessa transformação radical – em que a realidade virtual incorpora os nossos sentidos e a medicina regenerativa, a nanotecnologia e a bioinformática projetam a imortalidade do homem (nanobots híbridos e proteínas sintéticas que poderão reparar 100% das células corporais) – levar a discussão de volta ao corpo significa, hoje mais do que em…

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