Posts Taggedmauro maldonato

From sound-land

Improvising has a peculiar place in the world of musical creation. As both an expression for vitality and a creative phenomenon, it has two sides: one concerns its very existence while the other is related to its disappearance. It is, as every work of art, enveloped in the bewilderment of its own casualty, of its puzzling nature, of its unresolved, unexplainable spontaneity, bending the borders of…

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Razão e emoção: um conflito insensato

Por boa parte do tempo, fazemos escolhas com base em instâncias não plenamente conscientes. Claro, decisões fundamentadas em estratégias de raciocínio formal são possíveis, mas elas sempre devem ser cotejadas com a memória de eventos passados para a formulação de soluções voltadas à obtenção dos resultados que se desejam. Especialmente em situações de incerteza, sistemas como esses são extremamente úteis para agirmos com perícia e rapidez….

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Decisões indecidíveis

O rápido desenvolvimento das neurociências não só estimula a esperança de podermos compreender muitas doenças neurológicas e psiquiátricas como permite analisar quantitativamente aspectos psicológicos considerados, até agora, não mensuráveis, como a heterogeneidade das preferências e dos critérios de escolha, a interferência das emoções nos processos de tomada de decisão e sua aparente coerência, entre outros.

Viaggio al di qua della coscienza

Di solito non riflettiamo su come gli oggetti si presentano alla nostra coscienza. Né su come gli atti di coscienza si danno alla nostra riflessione. Eppure è proprio questa relazione a farci familiarizzare con le cose, a farci sintonizzare con gli altri, a tracciare una linea di continuità tra presente e passato. È un’esperienza primaria su cui la riflessione può influire solo minimamente.

The extremes of consciousness

What does the word subject designate? A name inevitably involves choosing between one statement of reality and another. In identifying with it we allude ourselves that we are subtracting it from the mutability of time. What is that fixed, atemporal image of ourselves that we call I? What is its semantic value and how can we come to know it? Again, who am I referring to…

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An inexplicable and surprising happiness

Surely the exceptional nature of consciousness has never been more effectively evoked than in Proust’s recollections of madeleines. The echo of a far-off sensation generates in Marcel a stunning sensorial kaleidoscope. Fragments of experience, relegated to the archives of his memory, are brought back to life. Mnemosyne does not merely rescue Marcel from a sense of guilt, from anxieties and the contingency of the present. The ecstatic recollection provides a…

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