Mesmo a luta em direção ao topo de uma montanha pode preencher o coração de um homem. Esse é o sentido do sensibilíssimo Um ano Sísifo, de Edgar Morin. Assim como para Sísifo - condenado pelos deuses a levar a cada vez, de volta ao topo da montanha um rochedo, depois de este ter rolado pela enésima vez até o vale - na breve temporada de 1994 paira uma punição tremenda: recomeçar tudo, desde o começo. E de novo, mais uma vez. Sem que isso chegue a ter fim. À margem deste breve texto de sua existência, o autor anota minuciosamente detalhes da vida diária e de eventos públicos, momentos de ternura e melancolia profundos, impressões e perguntas sobre nosso tempo, gerados pelo embate ininterrupto entre um presente indeciso e um futuro insondável.READ MORE
Viaggio al di qua della coscienza
Di solito non riflettiamo su come gli oggetti si presentano alla nostra coscienza. Né su come gli atti di coscienza si danno alla nostra riflessione. Eppure è proprio questa relazione a farci familiarizzare con le cose, a farci sintonizzare con gli altri, a tracciare una linea di continuità tra presente e passato. È un’esperienza primaria su cui la riflessione può influire solo minimamente. READ MORE
The extremes of consciousness
What does the word subject designate? A name inevitably involves choosing between one statement of reality and another. In identifying with it we allude ourselves that we are subtracting it from the mutability of time. What is that fixed, atemporal image of ourselves that we call I? What is its semantic value and how can we come to know it? Again, who am I referring to when I say I? And lastly, who is speaking in my voice? READ MORE
Ascensão
A inspiração mostrou-se como uma vibração do corpo, um sopro tenso da mente que se levantava na insônia noturna. Era força libertadora, ímpeto dilacerante, agitação que sobe dos recessos mais obscuros da alma, dos cantos mais remotos do espírito.READ MORE



